Ferramentas de Apoio Terapêutico
O diagnóstico é um preceito estritamente médico. Utilizamos a Bioeletrografia, a Radiestesia e a análise dos Centros de Força como apoio complementar aos atendimentos.
O espaço Nébadon utiliza como ferramenta de apoio terapêutico a Bioeletrografia, em função da sua comprovação científica, onde o exame bioeletrográfico ainda é utilizado largamente em diversos países.
Utilizamos em todos os atendimentos a Radiestesia (uso do pêndulo), objetivando verificar as manifestações energéticas provenientes do corpo físico-etérico, sendo aplicada uma metodologia específica, que poderá demonstrar as vibrações por meio de ondas emanadas nos locais aplicados.
Ao traduzirmos tais vibrações nos locais de aplicação, poderemos visualizar a forma com que o pêndulo se movimenta, submetendo seu movimento a notações específicas que representam o estado vibracional do indivíduo. Após compilados os dados anotados em exame rápido nos chakras, poderemos obter uma análise mais apurada dos Centros de Força da pessoa.
3.1 · Bioeletrografia
A origem da técnica bioeletrográfica remonta ao ano de 1904, no Brasil, mais especificamente em Porto Alegre (RS), quando um gaúcho, Padre Jesuíta, Físico e Engenheiro Politécnico, o Padre Roberto Landell de Moura, inventou uma máquina que fotografava um halo luminoso em torno do corpo humano, de plantas, de animais e até mesmo de objetos inanimados, além de haver realizado diversos experimentos científicos com ela, obtendo alguns resultados muito interessantes.
O Padre Landell nomeou este halo de perianto. Posteriormente, em 1939, na antiga União Soviética, um eletricista autodidata, de nome Semyon Davidovitch Kirlian, a reinventou e a divulgou ao mundo com o nome de Máquina Kirlian. Essa divulgação, em escala mundial, somente ocorreu em 1960, iniciando-se assim a atual fase de pesquisas nessa área, que inicialmente recebeu o nome de Kirliangrafia.
No Brasil, o já falecido Prof. Newton Milhomens, nos últimos meses de 1967, em Brasília e, a partir de 1968, começou a pesquisar sobre o assunto, tendo chegado a descobrir como identificar sinais no halo que identificavam doenças orgânicas e problemas diversos na área psíquica, através das então denominadas fotos kirlian, uns oito anos depois, por volta de 1976, e sua consolidação se deu durante a década de 1980.
Atualmente a técnica bioeletrográfica, além de ser utilizada como auxílio diagnóstico na área médica, para identificar problemas de saúde orgânica e/ou psíquica através dos bioeletrogramas realizados com máquinas digitais, também está sendo utilizada em pesquisas nas áreas de agronomia, mineralogia, fitoterápicos, acupuntura, veterinária, homeopatia, psicologia e terapias complementares diversas.
Sabemos atualmente que, como resultado do metabolismo celular de nossos corpos, diversas substâncias químicas são liberadas e, no final, são exaladas sob a forma de gases e/ou vapores pelos poros da pele, como o suor, ureia, CO2, NH4, SO2, etc. Este fato pode ser demonstrado através de um aparelho que faz análises químicas muito precisas, ou seja, o espectrofotômetro.
Conforme seja a composição química desses gases e vapores exalados pelas papilas digitais e ionizados na máquina bioeletrográfica, surgem as diversas cores e estruturas geométricas nas fotos bioeletrográficas. Como esses gases e/ou vapores são produzidos pelo metabolismo celular, indicarão como se encontra o estado de saúde orgânica e psíquica da pessoa.
Uma Bioeletrografia é a imagem da ionização dos gases e/ou vapores exalados pelos poros da pele, e as cores e estruturas geométricas que nela aparecem nos permitem um auxílio diagnóstico de problemas orgânicos e/ou psíquicos.
Em setembro de 1999, a Academia de Ciências da Rússia, durante a realização de um Congresso em Moscou, considerou oficialmente a Kirliangrafia como sendo um fato científico e, em 2000, o Ministério da Saúde da Rússia até a recomendou para a prática médica naquele país. Por ocasião do V Congresso de Kirliangrafia, ocorrido no ano de 2000 em Curitiba/Brasil, o nome Kirliangrafia foi modificado para Bioeletrografia.
Fonte: bioeletrografia.com.br
A importância da Bioeletrografia nos atendimentos
Poderemos oferecer um maior apoio aos atendimentos médicos tradicionais, oferecendo informações precisas em relação às seguintes patologias médicas:
- Intoxicação de qualquer natureza;
- Processos inflamatórios;
- Processos infecciosos;
- Processos degenerativos;
- Dores;
- Neoplasias malignas (câncer); e
- Processos alérgicos.
Como obtemos as fotografias pela Bioeletrografia nos atendimentos
Através da máquina bioeletrográfica, fotografamos os dedos das suas duas mãos, além de mais duas fotografias com os dedos médio e indicador juntos, de cada mão, totalizando um conjunto de 12 fotografias. Após a revelação, podemos indicar os possíveis distúrbios no seu Corpo Etérico e Físico, conforme acima indicado.
3.2 · Radiestesia
Podemos considerar como uma das definições mais práticas da radiestesia a arte de transformar em efeitos físicos as manifestações intuitivas. É a arte de se sensibilizar com radiações. O termo vem do latim (radius), que significa radiações, e do grego, que quer dizer sensibilidade, ou seja, sensibilidade a radiações. A radiestesia, em muitos países como França, Alemanha, Estados Unidos e outros, é considerada como profissão, com todas as implicações inerentes à vida profissional. Portanto, a radiestesia não tem conotação mística e nem é de exclusividade de uns poucos iluminados.
É cientificamente comprovado que todos os corpos emitem energia na forma de ondas (vibrações), que nos rodeiam o tempo todo e estimulam de forma contínua nosso sistema nervoso, que as conduz ao cérebro, onde ficam registradas em nosso inconsciente, pois tudo vibra, tudo irradia no universo, do exterior para o interior.
Um dos instrumentos usados na radiestesia é o pêndulo. O pêndulo é apenas um peso na ponta de um fio flexível e resistente. Não importa o material de que é feito — madeira, cristal, chumbo, etc. O pêndulo tem sido usado há milhares de anos como um instrumento que ajuda o homem a entrar em contato com o seu subconsciente. O sistema nervoso humano é o sensor mais preciso existente no mundo. Responde a centenas de milhares de frequências das quais a mente consciente não está a par.
Vivemos em um oceano de frequências energéticas. Nossa consciência destas frequências depende da nossa habilidade em registrá-las. Esta habilidade pode ser desenvolvida exatamente da forma como podemos sintonizar as vibrações ou as frequências de um rádio com um aparelho de rádio. A receptividade tem um peso importante aqui: o que recebemos depende, por um lado, do rádio e, por outro, do nosso estado de conscientização. O pêndulo é excelente para mostrar que os chakras existem e que são centros de força (energéticos) por onde nos comunicamos com o exterior.
Se você quiser confirmar cientificamente se existe chakra, pegue um pêndulo, coloque em cima da palma da sua mão aberta e tente ficar com a mão o mais parada possível. Você vai sentir que o pêndulo vai girar sozinho. Ele vai girar no mesmo sentido e velocidade que o seu chakra se movimenta.
Fonte: aluanua.blogspot.com
3.3 · Análise dos Centros de Força (Chakras)
Este exame, oferecido opcionalmente pelo espaço Nébadon, demonstra através de um pêndulo o modo como o seu Chakra está funcionando. Indica se o mesmo se encontra aberto ou fechado, dependendo da direção em que o pêndulo girar. Independente da direção, ou se está aberto ou fechado, o mais importante é que podemos, através do uso das técnicas terapêuticas energéticas, fazer com que eles voltem à sua normalidade. Dependendo do caso, isso pode ser mais demorado ou não, bastando que se sigam as orientações do terapeuta e, principalmente, que se mudem hábitos diretamente ligados aos distúrbios que possam estar ocorrendo.
Lembre-se: a saúde vem essencialmente de dentro de nós.